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Autoajuda musical

7 mar

Se hoje você está “my loneliness is killing me”:

No final deste post estará “my loneliness ain’t killing me no more”

Selecionamos músicas que elevam a autoestima e dão aquela força amiga nos momentos de crise…

1) Stronger

Kelly Clarkson andou sumida,pelo menos nas rádios brasileiras. Porém, voltou com tudo e trouxe a música chiclete, que tocou exageradamente. De qualquer forma, a letra e o ritmo combinam perfeitamente para ajudar quem está passando por alguma fase ruim e precisa superar…

2) Born this way

Nós, mulheres, possuímos uma leve dificuldade em nos aceitarmos por inteira. Sempre há algum defeito. Mas a Lady Gaga lançou o hit, que não fez TAAAANTO sucesso quanto Poker Face, contudo, a letra é bem-vinda para quem precisa sentir-se bem consigo mesma.

3) Stupid Girl

Esta música é voltada para um público mais jovem. Mas o que me impressiona, digamos assim, é a história que motivou a Pink a escrever tal canção: sua afilhada, na época com 8 anos (!), queria ser como a Barbie (ter o corpo dela). WTF? Era uma criança já preocupada com a estética. Isso é insano!

Bem, a Pink, achando um absurdo toda essa história, criou uma música criticando esta obssessão que adquirimos em alguma fase da vida, mais comum na adolescência, pelo corpo de modelo e por ser conhecida de qualquer forma… Sinto em informá-las, mas esta história de filme teen estadunidense já está encorporado na cultura dos jovens brasileiros, infelizmente.

Vamos dar um up na autoestima, meninas!

Mariana Miranda

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Her

23 fev

Muitas pessoas já devem ter vivido uma situação semelhante como a que eu irei descrever. Você está na fila do banco ou no ponto do ônibus e, de repente, ouve uma voz ao seu lado, que diz sobre o tempo, o transporte ou outro assunto que envolva o cotidiano de qualquer cidadão. Ao virar, para saber a origem da voz, você descobre que é o receptor de tal mensagem. Em questão de minutos, diversos assuntos são tratados, entre eles, a vida pessoal da dona da voz. Por que alguém falaria sobre a família, ou qualquer outro assunto pessoal, para um desconhecido? Simples, vivemos em uma sociedade onde há carência de ouvidos. Não de forma literal, é claro. As pessoas não ouvem, não compreendem e não se importam com os outros. Os motivos podem ser diversos: impaciência, falta de tempo ou, até mesmo, por puro egoísmo.
Dentre tantas críticas da sociedade atual, o filme Ela aborda esta escassez de ouvintes.
A obra apresenta um rapaz recém separado (Joaquin Phoenix) que se apaixona por um sistema operacional, Samantha (Scarlett Johansson). O tal sistema, uma versão do SIRI super desenvolvida, com o passar do tempo, ganha sua própria personalidade e, artificialmente, ou não, sentimentos.
Neste instante você pensa: “Que história besta. Jamais alguém se apaixonaria por um OS.” Será?
Quantas vezes você pediu para alguém prestar atenção no que dizia? Quantas vezes você quis desabafar com alguém? Quantas vezes você conversou com você mesma? Sim, carência de ouvidos.
Ao se deparar com alguém, seja pessoa ou um sistema, que te ouve, te entende, te ajuda e aconselha; que percebe pelo seu tom de voz que está preocupada, triste ou estressada; que se interessa pela sua vida; a atração, para não dizer paixão, é inevitável.
O medo da solidão, o isolamento social, como consequência do desenvolvimento tecnológico, e a carência estão presentes em nossa vida. O filme apresenta uma realidade não muito difícil, infelizmente, de acontecer.
O maior desafio que temos pela frente é voltar a termos relações físicas e reaprendermos, se é que alguma vez soubemos, a viver em grupo. A geração WhatsApp/Redes Sociais vive a dependência de estar sempre atualizado do que acontece, ao mesmo tempo que esquece de viver.
A visão trágica da sociedade que Ela proporciona é uma bela pauta para debate e, espero eu, uma situação que não iremos vivenciar.

Mariana Miranda

Cadê o príncipe?

8 out

Há duas frases marcantes na vida das meninas: “Era uma vez” e “Viveram felizes para sempre“. Quando crescem, estas jovens sonhadoras, vivem o conto de fadas moderno. Buscam sempre a felicidade eterna, afinal, todas as histórias começam com o “Era uma vez”.
No mundo atual encontrar um príncipe é uma tarefa difícil ou impossível. Por isso, as princesas contemporâneas buscam a felicidade em outras áreas da vida, como a profissional.
Contudo, aquela menininha que acredita na fada madrinha, nunca sumiu e nem sumirá de dentro das mulheres independentes e cheias de si.
Não acredita? Eis a prova:

Os contos são os mesmos só que maquiados.

1) Espelho, Espelho meu
I believe, i believe, i believe, i believe in love…love…love!

2) A garota da capa vermelha

3) Branca de neve e o caçador

Como você deve ter percebido, as princesas tornaram-se heroínas fortes, independentes e corajosas (NÓS!!!). Mas todas encontraram um príncipe para chamar de seu! O amor romântico continua vivo dentro dos corações das guerreiras.

E a maior prova de que continuamos “princesas lindas de vestido rosa” (certo, Julie?):

4) Once Upon a Time

Somos eternas Cinderelas, Bellas, Auroras, Brancas de neve…

E agora, como faz para esquecer?

18 ago

Quem nunca desejou esquecer alguém ou algo?! Não seria ótimo se existisse uma máquina que apagasse lembranças? Foi pensando nesta futurista e improvável, ou não, invenção que o roteirista do filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças se baseou para levantar a questão: o que aconteceria se uma pessoa que você ama (ou amou) fosse deletada da sua memória?

No longa, Joel (Jim Carrey) descobre que sua amada não lembra mais dele. Magoado, ele busca uma ajuda especializada em apagar lembranças. Durante a sessão, Joel muda de idéia, mas sem ter como regredir no tratamento, ele tenta guardar a sua ex em uma lembrança da sua infância.

O mais interessante do filme é saber o que acontece com as pessoas que são submetidas a esta “experiência” quando encontram no dia-a-dia o amado que havia apagado de sua memória. Prefiro terminar por aqui, antes que eu conte o final.

Mulheres, quem as entende?

10 jul

Terei que ser sincera, doa a quem doer, nós próprias não nos compreendemos. Nossas ações muitas vezes não correspondem com os nossos sentimentos ou desejos. E o motivo? Medo de sermos magoadas e/ou ferir os sentimentos dos outros.
Complicamos aquilo que era para ser simples, o que apenas um sim ou um não, um quero ou não quero resolveria tudo.

Somos tão complexas que uma pessoa de fora precisa mostrar se estamos erradas ou exagerando. E sabe quem faz isto muito bem? A escritora Danuza Leão.

Há uns 4 anos li um texto dela que me esclareceu muito bem esta nossa dificuldade em demostrar o que sentimos, seja por medo de repreensão da sociedade ou por medo de ter nossos sentimentos mais puros machucados.
A escritora apresentava a história de uma garota que saiu do apartamento do amado sem deixar bilhete ou se despedir. Ao chegar na sua residência, não conseguia manter-se quieta, isto porque estava ansiosa aguardando um telefone ou uma visita do rapaz. Ela, então, vestiu uma roupa de ficar em casa, prendeu o cabelo, para que, caso ele a visitasse, parecesse que ela não estava o aguardando.

Mulheres, por que a personagem da história não esperou o queridinho acordar? Por que ela não deixou um recado? Por que fingiu não ligar, quando era o contrário?

Sim, nós mulheres somos complicadas e, por isso, podemos acabar perdendo a oportunidade de sermos felizes.

Para sermos entendidas e nos entendermos, sugiro que todas (e todos, porque os homens sofrem tentando nos entender) leiam os textos da Danuza.

Alô, planeta terra chamando!

17 jun

O genial cineasta Woody Allen, há 27 anos, lançou o filme “A rosa púrpura do Cairo”. Uma crítica aos meios de comunicação em massa, conhecidos por certas pessoas como os causadores da alienação da população. O filme é de uma sutileza que a crítica presente nele só estará na mente de quem pensar mais profundamente no enredo e no tema abordado na obra.

Mas, esquecendo esta análise mais política, pensemos no enredo conectado ao mundo feminino. Nós, mulheres, amamos comédia romântica, isto porque nos colocamos no lugar da protagonista e vivemos o caso de amor dos sonhos de toda mulher e, ainda por cima, com um final feliz.

No caso do filme, a jovem Cecilia possui um marido bruto e vive infeliz. Há apenas um momento em que encontra a felicidade, quando vai ao cinema. Toda a vida que deseja está na tela. Até que um dia o personagem principal do filme que está em cartaz no cinema da cidade foge da tela e torna-se real. Ao se deparar com o homem dos seus sonhos, Cecilia vive uma história de amor igual ao dos filmes. Mas o show precisa continuar e sem ator não há filme. 

A culpa de não vivermos aquilo que desejamos não é nossa. O cinema tem esta magia de nos providênciar momentos de realizações dos sonhos, estes que muitas vezes existem apenas no mundo da imaginação (o homem perfeito, a vida sem problemas…).

As comédias românticas cumprem muito bem este dever de entreter. Afinal, quem nunca desejou estar no lugar de Kate Hudson em “Como perder um homem em 10 dias” ou encontrar o homem dos sonhos sem sair do lugar, como a Cameron Diaz em “O amor não tira férias”.

Isto não é um problema, mas, sim, a solução! Saímos do cinema em êxtase e podemos voltar a ter esta sensação todo o momento em que assistirmos ao mesmo filme. Não corte os pulsos ou arranque os cabelos porque você não possui um homem perfeito como Gerard Butler em “P.S. Eu te amo”, apenas curta quem você ama e faça tudo o que gosta, afinal, fora das telas a vida não é fácil nem para as musas da comédia romântica (olá, Jennifer Aniston, Sandra Bullock e Kate Hudson).

 

Qual é o seu número?

20 mar

Outono, a estação mais linda do ano começou! Aproveite as noites frias para deitar no sofá, fazer um potão de pipoca e se deliciar com uma comédia romântica beeeem mamão com açúcar!

Uma dica de filme, caso você não tenha visto: Qual é o seu número?

Logo no início você já saberá o que acontecerá no fim, mas vale como uma alternativa para fugir dos problemas da vida moderna!

Quero destacar dois pontos positivos da obra:

1) Chris Evans

2) O modo como nós somos influenciadas pelo que saem nas revistas feministas.

Ally (Anna Faris) é uma jovem que perde o emprego e, no mesmo dia, descobre que as mulheres que tiveram mais de 20 parceiros sexuais na vida ficarão solteiras para sempre! A notícia abala o emocional da garota que começa a contar todos as suas relações com diferentes homens e eis que surge uma esperança, ela ficou “apenas” com 19! Contudo, bebida somada a despedida de solteiro da irmã resulta na sua vigésima relação e, o pior, com o seu ex-chefe! Desesperada, ela pede a ajuda de seu vizinho maravilhoso (Chris Evans) para encontrar os seus antigos parceiros e casar com um deles, desta forma não ultrapassará o número!

Quando alugarem o DVD assistam a  versão estendida, não apenas a do cinema, pois as cenas que foram deletadas são as mais hilárias!

Aproveitem e chamem as amigas para curtirem uma noite só das meninas!